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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

FESTAS DO ISLÃ

Festas
Dia da Hégira
O ano islâmico começa com o dia da Hégira, no qual Maomé encetou sua jornada de Meca a Medina no ano 622. Nesse dia os muçulmanos xiitas também relembram o martírio de Hussein, neto do Profeta.

Dhu al-hijja
O último mês do calendário islâmico é o dhu al-hijja, no qual os fiéis praticam o hadj, ou peregrinação a Meca. Para esse fim os peregrinos cortam os cabelos e usam ihrams. Ao chegar, eles dão sete voltas ao redor da Caaba, começando pelo ângulo sudeste.

Id Mawlid
O aniversário do Profeta, no décimo segundo dia do terceiro mês, é celebrado com banquetes e distribuição de comida aos pobres. Nas cidade pode haver procissões, e as casas são enfeitadas.

Animais são sacrificados no Id al-Adha.Id al-Adha
A festa do Sacrifício, Id al-Adha, dura quatro dias e constitui o clímax da peregrinação a Meca. Os peregrinos sacrificam um animal numa aldeia chamada Mina, entre Arafat e Meca, simbolizando a disposição de Ibraim de sacrificar seu filho a Deus. Depois de um sermão e orações, um animal - ovelha ou cabra - é sacrificado. Parte da carne é doada aos pobres. Desta festa também participam fiéis que não estão em peregrinação.

Id al-Fitr
A festa de Id al-Fitr assinala a quebra do jejum ao final do ramada. Nesse momento de alegria, os fiéis agradecem por ter suportado o jejum. As ruas e edifícios são iluminados, doces são vendidos em feiras e bazares, trocam-se cartões e os fiéis dão presentes e dinheiro às crianças e aos pobres.
Laylat al-Bar'h
A Laylat al-Bar'h, ou Noite do Perdão, é celebrada no décimo quinto dia do oitavo mês. Deus determina o destino de cada pessoa para o ano seguinte. Os fiéis perdoam seus pecados mutuamente e passam a noite em oração
Laylat al-Qadr
A Noite do Poder, perto do final do mês do ramadã, relembra aquela em que o Corão foi revelado pela primeira vez a Maomé. Tal como ele, muitos muçulmanos passam a noite orando na mesquita.
Muharram
Jovem muçulmano xiita untado de sangue animal.No primeiro mês do calendário islâmico, os muçulmanos xiitas celebram a festa de Muharram, que dura dez dias. Freqüentemente é representada uma peça religiosa e procissões relembram a morte de Hussein, neto de Maomé, na batalha de Karbala, em 680. Alguns xiitas desfilam pelas ruas com o corpo untado de sangue animal, para simbolizar tristeza e pesar pelo sofrimento de Hussein. 





terça-feira, 15 de maio de 2012

ATEU PODE SER PRESO POR ATÉ 11 ANOS


Ateu pode ser preso por até 11 anos por negar a Deus em seu Facebook








Um ateu da Indonésia que postou em seu Facebook “Deus não existe" e que modera uma página voltada aos ateus, pode ser sentenciado a até 11 anos de prisão por quebrar a lei anti-blasfêmia da mais populosa nação muçulmana.

Alex Aan, um funcionário público de 31 anos, foi agredido em sua cidade Pulau Punjung, por uma multidão, após ter postado o comentário que incluía uma imagem do profeta Maomé, e logo depois foi detido e acusado por blasfêmia. Embora, a Indonésia possua leis para a liberdade de religião, elas só se aplicam a pessoas de seis crenças: Islã, Catolicismo, Protestantismo, Budismo, o Hinduísmo e o Confucionismo.

O ateu está oficialmente sendo acusado de insultar a principal religião, o que pode chegar a uma sentença de no máximo 5 anos de prisão, mas ele pode também receber uma sentença adicional de 6 anos por usar a internet para espalhar "as mensagens blasfêmicas." Acredita-se que Aan é o primeiro indonês a ser julgado sob a filosofia de estado, que requer a crença em Deus. O governo não permite a não crença em Deus, conforme salientado no relatório do Departamento Internacional de Liberdade Religiosa dos Estados Unidos.

“Ele demonstrou sua intenção de se converter ao Islamismo, porém, ele não fez declarações de fé. Nem mesmo se ele converter-se, não poderia livrar-se das acusações, devido seu ato de blasfêmia”, disse o chefe da polícia de Jakarta, Chairul Aziz.

Algumas pessoas da página ateia do Facebook que ele iniciou, foram ainda mais longe pedindo por sua decaptação.

“Esses ateus deveriam ser decaptados, é isso que merecem”, escreveu Putra Tama, um muçumano da província vizinha de Jambi.

Atualmente, Aan está sob regime de prisão preventiva aguardando o veredito que irá decidir seu destino.

"A verdade é muito perigosa", expressou Aan em uma entrevista ao The Guardian. “Estou realmente preocupado com meu futuro. E somente agora estou começando a pensar como vou lidar com isso.”

Aan revelou também que estava sendo agredido na prisão por um grupo de detentos, após descobrirem seu o ato de blasfêmia contra o Islamismo.

“O que Alex ‘fez’ foi exercitar sua liberdade de expressão," disse Taufik Fajrin, um de seus cinco advogados que o representa em seu caso. "Iremos fazer nosso melhor para libertá-lo, mas só espero que receba o mínimo da sentença. Promover os direitos humanos aqui é difícil, porque você enfrenta fanáticos e culturalistas radicais. Mesmo nós, como seus advogados, estamos preocupados que radicais venham ao nosso escritório ou casas e nos apedrejem. Isso é um desafio."

Pelas avaliações dos advogados há cerca de 2,000 ateus na Indonésia em um país de 240 milhões de habitantes onde a maioria é muçulmana.




Odlave Sreklow

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A fragilidade das religiões




Alcorão
2º Surata. 221:
"Tampouco consintais no matrimônio das vossas filhas com os idólatras, até que estes se tenham convertido, porque um escravo crédulo é preferível a um idólatra...Os idólatras arrastam-vos para o fogo infernal;"

Bíblia
2 Coríntios, cap. 6, verso 17:
"...porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?...retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor..."


Lendo estes textos do Alcorão e da Bíblia, confirmo a idéia de que a religião em si é vulnerável e bastante frágil quando colocada diante de conceitos opostos aos seus.

Cada religião ensina que seus seguidores não devem conviver ou se aproximar de pessoas que professam outras crenças, inibem a busca de conhecimento de outras religiões, quando não, diminuem seus livros a mitos e suas crenças à algo desprovido de inteligência ou até mesmo os considerando seguidores do ser malígno de sua própria religião.

Posso citar como exemplo algumas ramificações cristãs evangélicas que pregam para seus seguidores que o cristianismo católico se entregou ao diabo cristão simplesmente pelo fato de exibirem imagens de seus mártires, denominados santos.

Para os cristãos, qualquer outra religião é inerente de fontes obscuras e não devem ser estudadas ou simplesmente temos que fugir daqueles que as praticam.

No texto muçulmano que apresentei, também existe a preocupação em se colocar diante de pessoas de outras crenças.

No passado, sempre que um povo vencia outro em uma guerra, cuidava de destruir toda sua história e crença. No passado, pessoas de outras crenças foram mortas, principalmente pelo cristianismo.

A idéia central é destruir aqueles que não professam a sua fé.

Hoje, a guerra religiosa aberta existe em apenas algumas partes do mundo, em sua maioria é uma guerra psicológica.

Algumas igrejas evangélicas incentivam seus membros a se casarem com pessoas da mesma denominação, até mesmo tratando com indiferença quando alguém decide casar-se com uma pessoa de outra denominação, mesmo que seja também evangélica.

A frase comum é: "Não podemos nos misturar com os ímpios".

Esta é de fato uma maneira de tentar isolar o religioso para que não tenha contato com pessoas de outras religiões ou ateus. Nisto há o medo de que tal religioso seja "contaminado" com idéias ou questionamentos que antes não tinha.

Porque se a religião fosse algo concreto e definitivo não haveriam migrações constantes de uma para outra, assim, cabe a cada religião tentar "prender" seu seguidor de alguma forma, e a melhor forma é tentar convencê-lo a que não dê ouvidos a ninguém que não seja o seu líder.

Seria bom que as escolas de ensino médio tivessem matéria de ensino religioso sim, não para ensinar o cristianismo como na minha época, mas sim para contar a história da maioria das religiões e das mitologias, quem sabe assim não seria reduzida a falsa magia que existe atrás da crença e da fé religiosa?

Eu só fui conhecer de verdade o cristianismo quando deixei de ser cristão, e tenho visto que a coisa é assim mesmo, a maioria dos cristãos não conhecem a própria religião.

Existe sim, medo de perder adeptos nas religiões, medo tal que demonstra a fragilidade das religiões e crenças.

Odlave Sreklow.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O fim da guerra





Os muçulmanos haviam tomado todo estado de Israel, não eram apenas árabes, mas muçulmanos de diversas nacionalidades convertidas ao islamismo.

Alá tomava posse definitivamente do local do templo, sem nenhum judeu para tentar entronizar Jeová em seu lugar.

Não se falava mais em judaísmo, candomblé, hinduísmo, budismo e outras religiões além de duas, o islamismo e o cristianismo.

O mundo estava dividido entre Alá e Jesus (o sucessor do Jeová judaico).

Os exércitos destes dois deuses estavam se confrontando em todo planeta.

Estávamos acabando com nossa raça apenas por um ideal subjetivo e inconsequente, onde ambos acreditavam que deveriam mostrar ao planeta que seu deus era o verdadeiro deus.

Minha situação era complicada.

Um ateu neutro, só, único no meio daquela guerra, sem querer escolher um lado.

Não acreditava em Alá e muito menos em Jesus.

Visualizava apenas homens se destruindo em vão.

A briga não era por terras, dinheiro, bens, não.

A briga era simplesmente por um grande nada.

Enquanto corria de tanques do exército cristão, fugia dos aviões do exército islâmico.

Bombas, granadas, tiros, muito barulho.

Muitos tanques de guerra, helicópteros, aviões, porta-aviões, navios e submarinos.

Estava tomando forma a terceira guerra mundial.

Era chegada a hora de me armar para não continuar sendo alvo dos dois grupos.

Uma dúvida cruel.

Faria aliança com qual grupo?

Com os cristãos, que em sua maioria eram americanos?

Com os muçulmanos, que eram nada mais que o resto do mundo?

Ou lutaria contra os dois grupos, o que seria uma decisão suicida.

Óbvio que não seria tolo em confiar nos países da américa, principalmente com os EUA perdendo sua credibilidade e força.

Bolívia?

Colômbia?

Mais pareciam utilizar armas artesanais.

Meu Brasil? Pobre pátria amada.

Teria que fazer aliança com um dos grupos para tentar sobreviver a tal guerra.

Deixaria claro que não iria aceitar ou aderir ao deus do grupo.

Após acordo fechado com um general muçulmano, recebi armas para poder guerrear contra os cristãos.

Não creio na vingança de Alá, muito menos na força de Jesus, mas, nesta guerra precisava de armas.

Consegui matar muitos soldados, consegui fugir de vários ataques, porém, acordei antes de conseguir ver O FIM DA GUERRA.


Odlave Sreklow.


(Este foi um sonho que tive recentemente, confesso que acordei com a adrenalina a mil, muito real, real? rsrs).